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Seguro viagem: traslado de corpo de brasileira custou R$ 55 mil

Recentemente, o Brasil acompanhou com pesar a notícia da morte da publicitária Juliana Marins, durante uma trilha na Indonésia.

A tragédia expôs um ponto crítico que muitos viajantes ignoram: a importância do seguro viagem.

O traslado do corpo de Juliana custou R$ 55 mil, pagos pela prefeitura de Niterói (RJ).

Foi apenas após essa repercussão que o Governo Federal alterou um decreto, autorizando o custeio de translados em casos excepcionais, mas a verdade é que, até então — e ainda hoje, na maioria dos casos — o governo brasileiro não cobre os custos com traslado de corpos de cidadãos falecidos no exterior.

Esse episódio trágico reforça a necessidade de contratar um seguro viagem com coberturas completas, inclusive para situações extremas como a repatriação funerária.

O que é o seguro viagem e por que ele é essencial?

O seguro viagem é um serviço que oferece cobertura para imprevistos ocorridos durante uma viagem, como acidentes, doenças, perda de bagagem, cancelamentos e até falecimento.

A importância do seguro viagem está justamente em garantir suporte financeiro e logístico em momentos de vulnerabilidade — e até desespero — para o viajante e seus familiares.

Muitos não sabem, mas o traslado de corpo pode custar entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, dependendo do país e da distância até o Brasil.

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A dor da perda e o peso financeiro: o que a família precisa enfrentar

Imagine o seguinte cenário: um familiar falece em um país estrangeiro, e os custos com o necrotério, transporte aéreo e preparação do corpo precisam ser pagos imediatamente.

Em países como Irlanda, Argentina e Indonésia, os custos são extremamente altos e os prazos são curtos. Em alguns casos, o corpo só pode permanecer de 5 a 10 dias no necrotério.

Após esse período, sem providências da família, o enterro ocorre no país, sem chance de repatriação.

Veja alguns exemplos reais, com base numa notícia do site CQCS:

  • De Buenos Aires (Argentina) a Minas Gerais: cerca de R$ 50.000,00
  • De Dublin (Irlanda) ao Brasil: aproximadamente R$ 70.000,00
  • Dentro do Brasil, de Brasília a São Paulo: mais de R$ 15.800,00

A maioria das famílias não está preparada financeiramente para arcar com essas despesas inesperadas. Por isso, reforçamos a importância do seguro viagem.

O que cobre o seguro viagem?

Embora muitas pessoas pensem no seguro viagem apenas como proteção para problemas de saúde, sua cobertura vai muito além.

Planos mais completos incluem:

  • Despesas médicas e hospitalares
  • Assistência jurídica e despesas legais
  • Cobertura para invalidez total ou parcial
  • Morte acidental
  • Traslado de corpo
  • Traslado médico
  • Retorno antecipado
  • Despesas com acompanhante em caso de hospitalização

Esse tipo de cobertura oferece apoio real em momentos críticos, proporcionando dignidade e suporte emocional e logístico para a família, especialmente em situações como a de Juliana.

A importância do seguro viagem para quem vai à Ásia, Europa ou América Latina

Independentemente do destino, o seguro viagem é fundamental. Na Europa, por exemplo, o seguro é obrigatório para turistas que visitam países do Tratado de Schengen.

Para países da Ásia e América Latina, onde o seguro não é obrigatório, muitos turistas optam por não contratar nenhuma proteção, o que representa um risco enorme.

Viajar sem seguro é como dirigir sem cinto de segurança: você torce para não precisar, mas se o pior acontecer, pode custar sua vida — e o futuro da sua família.

Como escolher um bom seguro viagem?

A importância do seguro viagem também está na qualidade e abrangência da cobertura. Ao escolher um plano, fique atento a estes pontos:

  • Assistência médica internacional (mínimo de 30 mil euros para Europa)
  • Cobertura para doenças pré-existentes
  • Atendimento 24h em português
  • Cobertura para extravio ou atraso de bagagem
  • Suporte jurídico e despesas com fiança, se necessário

Converse com um corretor de seguros de confiança, como os da JJ&Amorim, que podem te orientar sobre as melhores seguradoras e planos para o seu perfil de viagem.

O que fazer se você estiver no exterior e perder um familiar?

Se o pior acontecer, e o viajante não tiver seguro com cobertura para traslado, a família deve:

  • Entrar em contato com o consulado brasileiro no país onde ocorreu o óbito
  • Contratar uma funerária internacional habilitada para o traslado
  • Providenciar documentos como atestado de óbito, passaporte e autorização do país estrangeiro para envio do corpo
  • Arcar com todos os custos, que devem ser pagos antes do transporte ser realizado

Por outro lado, se houver um seguro viagem com cobertura para traslado, a seguradora aciona seus parceiros e cuida de todo o processo. A família recebe suporte e orientações detalhadas, sem precisar lidar com a burocracia sozinha em meio ao luto.

Conclusão

A importância do seguro viagem vai muito além das emergências médicas. Ele rep

esenta proteção, tranquilidade e cuidado com todos os envolvidos em uma viagem — inclusive aqueles que ficam.
A história de Juliana Marins escancarou o risco de viajar sem seguro adequado. Não espere uma tragédia para agir.

Ao planejar sua próxima viagem, inclua o seguro viagem como item essencial. Escolha um plano completo, com cobertura para repatriação de corpo e outras assistências fundamentais.

Fale com um dos corretores da JJ&Amorim e veja qual plano melhor atende ao seu perfil e destino. Porque segurança e dignidade não são opcionais.

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