Com o novo aumento definido pelo Copom, a taxa Selic alcançou 14,25% ao ano, o maior patamar desde 2016. A medida, adotada para conter a inflação, já começa a impactar diretamente o bolso do consumidor — especialmente de quem deseja financiar bens como imóveis, carros ou contratar serviços de maior valor. Nesse cenário de crédito caro, surge uma alternativa cada vez mais atrativa: o consórcio.
A relação entre taxa Selic alta e consórcio mostra como essa modalidade pode ser uma escolha estratégica e econômica para quem quer comprar sem pagar juros abusivos.
O que é a taxa Selic e por que ela está subindo?
A Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela serve como referência para os juros cobrados em empréstimos, financiamentos e investimentos. Quando o Banco Central a eleva, o objetivo é conter o avanço da inflação, desestimulando o consumo e o crédito.
Na prática, uma Selic alta encarece o crédito e reduz o poder de compra. Com juros mais elevados, o financiamento de imóveis, veículos e até mesmo serviços se torna mais pesado para o orçamento. E é justamente aí que o consórcio ganha destaque como alternativa inteligente.
Por que a taxa Selic alta e o consórcio formam uma boa combinação?
Diferente do financiamento, o consórcio não cobra juros, apenas uma taxa de administração, que costuma ser bem menor. Em um cenário de Selic elevada, essa diferença faz toda a diferença no valor final pago pelo bem ou serviço.
A alta da Selic torna os financiamentos mais caros mês a mês. Por outro lado, o consórcio se mantém como uma opção acessível, previsível e segura, ideal para quem pode se planejar.
Como funciona um consórcio?
O consórcio é uma modalidade de compra baseada na união de pessoas que formam um grupo com um objetivo em comum: adquirir um bem ou serviço. Os participantes pagam parcelas mensais, e mensalmente alguém é contemplado com uma carta de crédito por meio de sorteio ou lance.
O grande diferencial está na ausência de juros e na disciplina financeira que ele exige. Por isso, é ideal para quem não tem pressa e prefere planejar suas conquistas sem comprometer o orçamento com taxas elevadas.
Quando a taxa Selic está alta, quem mais sofre?
Com a taxa Selic elevada:
- O crédito para comprar imóveis ou veículos se torna mais caro.
- Empresas reduzem investimentos, afetando empregos e consumo.
- As famílias veem seu poder de compra encolher, principalmente aquelas que já têm financiamentos ativos.
Portanto, nesse cenário, é fundamental repensar a forma de adquirir bens — e o consórcio surge como a escolha mais coerente para quem deseja fugir dos juros e preservar o equilíbrio e o planejamento financeiro.
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Dados que reforçam a tendência
Em 2024, em meio à alta da taxa Selic, o número de adesões a consórcios cresceu, segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). Durante o ano, foram vendidas 4,49 milhões de cotas, um crescimento de 7,4% em relação a 2023, quando o número foi de 4,18 milhões.
Esse crescimento mostra que, diante da taxa Selic alta, o consórcio tem se consolidado como alternativa viável e vantajosa.
Vantagens do consórcio em tempos de Selic alta
- Economia no longo prazo: Como não há juros, o valor final pago é menor do que em financiamentos. Isso representa um alívio no orçamento e mais previsibilidade.
- Parcelas acessíveis: É possível encontrar consórcios com parcelas que cabem no bolso, o que amplia o acesso ao crédito.
- Flexibilidade de uso da carta de crédito: A carta de crédito pode ser usada para comprar bens novos ou usados, quitar financiamentos ou até reformar um imóvel.
- Sem entrada: Ao contrário do financiamento, que exige entrada de 20% a 30%, o consórcio permite começar sem nenhum valor inicial alto.
- Menor comprometimento financeiro: As taxas administrativas são bem menores que os juros de um financiamento tradicional. Isso libera mais espaço no orçamento para outras prioridades.
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Para quem o consórcio é mais indicado?
O consórcio é ideal para quem:
- Quer comprar com economia
- Pode esperar para ser contemplado
- Prefere uma opção sem juros e com pagamento previsível
- Deseja se organizar financeiramente sem se endividar
Se o seu objetivo é realizar uma compra planejada — seja um carro, um imóvel ou até uma cirurgia estética —, a relação entre taxa Selic alta e consórcio mostra que vale mais a pena esperar e economizar do que entrar em um financiamento pesado.
Dicas para aproveitar o consórcio ao máximo
- Pesquise bem a administradora – Verifique se ela é autorizada pelo Banco Central.
- Entenda todas as taxas – Taxa de administração, fundo de reserva e seguro devem estar claros no contrato.
- Acompanhe as assembleias – Mesmo antes da contemplação, fique por dentro das regras e valores de lance do seu grupo.
- Planeje os lances estratégicos – Consultar a média do grupo com sua corretora pode aumentar suas chances.
Conclusão: taxa Selic alta e consórcio caminham juntos?
Sim — e por um bom motivo. Quando a taxa Selic está alta, o consórcio surge como uma opção segura, econômica e vantajosa para realizar sonhos sem se endividar. A ausência de juros, aliada à flexibilidade das parcelas e à previsibilidade de pagamento, faz do consórcio uma escolha ideal para quem valoriza o planejamento financeiro.
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